

boas festas.!
luxuriante cabeleira ruiva.
atrás: vamo confessar! - livros de 30 não são os best sellers purpurinados de 400 páginas a 40 R$ nem pockets ou reedições igualmente confirmados que se compra, novo, por 20 e poucos e satisfação garantida no bolso e no tempo de leitura. os livros de 30 são promessas a meio-preço. eles tão sempre na zona de “avaliação” & ousadia, bem igualzinho como a gente nos nossos 30.
pois que eis que tramando perna no rebordo dessas trilhas todas incidentais surjo-me à noite tal boquete do fantástico, trajes minúsculos imitando raios roxos fosforescentes a descabaçar a superfície da água, água ardente, cantei, canto, cantei e não sei como eu conseguiria cantar-te assim não fosse o excitante, o gim, cantei, ai, mas tonta eu, que naquela velha máxima, o que que o vinho não te fez ver em mim após as 12 badaladas na enrustolândia do caralho que no dia seguinte maquiagem desfeita, ADORO, desfeito também o ‘engano’, ODEIO! cuidado bêibe que você é responsável pelo que manipula, hm. aquela agenda desbotada rabiscada, christian & ralf, i’ll remember you, quando se esquece RASGA e não simplesmente rabisca a agenda,
agenda muderna high tech a minha, pois. naquele usual search num orkut de usuárias pesadas com as fuças mais deslavadamente assentando um ortodoxo hétero, héteras ortodoxas (medíssima santa!) ht de perfil & esguelha & raspão, ai que se minha boca falasse.!! fala, fala-fala e te canta, se joga, me rasga eu, te rasga tu, falação felação em palimpsestos que só nos vêm como aparição em meio a muita muita MUUITA estrobo, né?? haha.. ai, este rostinho liso & sardento & deslavado pra te pagar e te pegar com show contratado pra 4 horas a partir da uma, bem tipo amiga eu não sei o que que me deu, mas começou a me dar uma coisa e fudeu, fodendo vamonos, tão indecisa & reincidente eu. hable con ella, o pano vermelho é pra platéia, boba, não pra tourona burra cá que nunca aprende, pro sapatão capira, colona, cafona, capiau só pra se ficar no cê, que não memoriza nunca as pedrinhas vazadas, a começar por amar ana carofake cantando suas vantagens, passando pela cantora gata da tevê que sequer goza e ainda que dirá no tom do gemido que o le son de última geração & só ele consegue lhe eternizar, passando e repassando, babando por toda a bucetama de dado em punho e a postos sobre o tabuleiro da escala kinsey, santo fio de clitóris desencapado batman!, complicadas & perfeitinhas, todas nem todas, a vida sexual da sapata feia rende compêndios divertidíssimos e volumosos em vários tomos, noites, às mil e uma noites demorô, queu sou um negro gato de arrepiar, nhau.




é o que a gente quer saber mermo, claro. nada de fome na áfrica ou na minha despensa.
que se eu não tou com minha camionete, pis/pasep, em dia seguridade social
(meu pau)
rola não, né gata?
é o que liga.
paulista: BLAAAAAAAAAAARGH!) e hoje parte pra terra do sol nascente, buscar o mundial pra gente!!!
no livro do edward bunker, primeiro dele, escrito ainda na prisão "nem os mais ferozes"
"uma multidão sem rosto passava apressada por mim, com destinos baseados em escolhas e ligados e escolhas de outrora. todos tinham um lugar para onde ir, e estavam mais felizes em suas algemas invisíveis do que estariam se confrontados com a liberdade. eu estava tonto, intimidado e, de certo modo, assustado." [ relatando o 1° dia de soltura ]
p. 41.
pó falá não!), em tempos de lançamento do filme 'turistas' lá pelos states (um terror trash que conta o que acontece com um zé mané que embrenha em matas da terra de vera cruz) e do documentário 'olhar estrangeiro'.

